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Ausência de gestor em Unidades de Conservação no AM dificulta acesso a políticas públicas

Ausência de gestor em Unidades de Conservação no AM dificulta acesso a políticas públicas

Em 2020, o procurador do Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM), Ruy Marcelo Alencar de Mendonça, alertou sobre a necessidade de presença de gestores em Unidades de Conservação do Amazonas, como no caso da Floresta Estadual (FES) Tapauá, na qual estão abrigadas populações indígenas e extrativistas, em um ambiente sem controle de atividades ilegais. “No contexto regional de aumento populacional por fluxo migratório crescente e de grandes obras e empreendimentos sem a devida sustentabilidade, a falta de adequada gestão das Unidades de Conservação (UC) ameaça a integridade e frustra a própria razão de ser desses espaços juridicamente protegidos”, apontou o procurador.

O tema é um dos destaques do informativo mensal do Observatório BR-319 (OBR-319), que traz notícias importantes sobre acontecimentos na área de influência da BR-319, além de um boletim completo com números do desmatamento e focos de calor na região.

O OBR-319 esteve em Tapauá, a 449 quilômetros da capital, Manaus (AM), em novembro. Na ocasião, a equipe, liderada pela pesquisadora Paula Guarido, conversou com lideranças comunitárias e indígenas, além de autoridades municipais. Foram diversos os relatos de invasões, atividades ilegais e problemas relacionados à ausência do Estado em Áreas Protegidas do município.

(Conforme publicação do portal Segs - https://www.segs.com.br/demais/327388-ausencia-de-gestor-em-unidades-de-conservacao-dificulta-acesso-a-politicas-publicas)

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